quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

terça-feira, 27 de novembro de 2007

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

domingo, 19 de agosto de 2007

Mauro Hector Trio

Fotos Giba Paiva Magalhães
SESC Santos, 18/08/2007

Atitude Blues

Mauro Hector, guitarras / Alexandre faccas, bateria / Glécio Nascimento, baixo

http://www.maurohector.com.br/

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Hermeto Pascoal / Yamandú Costa

Fotos Giba Paiva Magalhães
Paranapiacaba, 22/07/2007

7.º Festival de Inverno de Paranapiacaba
Yamandú Costa Hermeto Pascoal & Aline Morena
O EncontroBastidores*Foto de Léo Junior

sábado, 26 de maio de 2007

Ilha das Palmas I

Foto Giba Paiva Magalhães
Santos, 2007

Krishnamurti

A experiência de viver
A experiência é uma coisa; o viver é outra. A experiência é uma barreira ao viver; agradável ou desagradável, impede o florescimento dele. A experiência já está encerrada na rede do tempo, já está no passado; tornou-se memória, que só toma vida como reação ao presente. A vida é o presente; Não é experiência. O peso e a força da experiência ensombram o presente, e o viver se torna experiência. A mente é experiência, o conhecido, não pode pôr-se no "estado de viver"; o seu viver é continuação da experiência. A mente só conhece a continuidade, e não pode receber o novo enquanto dura a sua continuidade. O contínuo não conhece o viver. A experiência é o meio de se conhecer o viver, que é um estado sem experiência. A experiência tem de cessar, para dar lugar ao viver.
A mente só pode chamar a sua própria projeção, o conhecido. Não se pode viver o desconhecido, enquanto a mente não deixa de juntar experiência. O pensamento é expressão da experiência; é reação da memória; e enquanto o pensamento intervém, não é possível o viver. Não há nenhum meio ou método para se pôr fim à experiência; porque o meio é justamente um obstáculo ao viver. Conhecer o fim é conhecer a continuidade; e ter um meio para alcançar o fim é sustentar o conhecido. O desejo de realização tem de desaparecer; este desejo é que cria o meio e o fim. A humildade é essencial para o viver. Mas, com que sofreguidão a mente absorve o viver para convertê-lo em experiência! Como se apressa a pensar a respeito do novo e torná-lo, assim, velho! É assim que ele cria "o experimentador" e a "coisa experimentada", de onde nasce o conflito da dualidade.
No viver não há experimentador nem coisa experimentada. A árvore, o cão, a estrela vespertina não são objetos para serem experimentados pelo experimentador; são o próprio movimento do viver. Não há separação entre o obseravdor e a coisa observada; não há tempo, intervalo espacial para o pensamento se identificar a si mesmo. O pensamento está de todo ausente, mas oser está presente. Este estado de ser não pode ser pensado nem meditado, e não é uma coisa para ser alcançada. O experimentador tem de cessar de experimentar, para dar lugar ao ser. Na tranquilidade do seu movimento atemporal.
*Extraído do livro "Comentários Sobre O Viver", Editora Cultrix.

Jiddu Krishnamurti nasceu na Índia em 11 de maio de 1895. Adotado pela Sociedade Teosófica e educado com o objetivo de ser o "grande mestre que viria", Krishnamurti, com apenas quinze anos de idade, já morando na Inglaterra, foi declarado chefe da Ordem da estrela do Oriente, iniciando suas atividades como conferencista e escritor. Sua evolução espiritual, entretanto, tomou rumos inesperados para seus mentores. Krishnamurti mergulha numa violenta crise emocional que causa profundas transformações em sua personalidade. O chamado "Messias dos Teosofistas", recusa todos os títulos, dissolve a Ordem da Estrela e se nega a fundar ou participar de quaisquer seitas, como também a aceitar discípulos. O rompimento com a Teosofia aproxima Krishnamurti do sentido original do pensamento oriental, embora ele se negue a citar as escrituras, se preocupando em ser um divulgador desse pensamento, em formulações acessíveis à mente ocidental. Krishnamurti morreu nos EUA em 17 de fevereiro de 1986.

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Brigitte Bardot

Agora pede liberdade para os animais
A francesa que escandalizou o mundo e tornou-se o maior símbolo sexual dos anos 50, 60 e 70, nasceu em Paris no dia 28 de setembro de 1934. Iniciou a carreira de atriz em 1952 no filme Le Trou Normand. No mesmo ano, casou com Roger Vadim, um jornalista e assistente de direção, após anos de namoro à revelia dos pais. Daí, foram mais 14 filmes até alcançar a fama com "E Deus Criou a Mulher". No verão de 1964, BB mudou a vida de uma pequena cidade do litoral do Rio de Janeiro chamada Armação de Búzios onde ficou hospedada na companhia do namorado Bob Zaguri. Em sua homenagem, a Prefeitura criou a Orla Bardot, na Praia dos Ossos, e ergueu ali uma estátua da atriz em tamanho natural. Em 1973, à beira dos 40 anos, Brigitte decide retirar-se do cinema. Desde então, tem dedicado a sua vida à defesa dos animais, tendo criado inclusive uma fundação com o seu nome.
1952 Manina: A Moça Sem Véu, de Willy Rozier, com Jean-François Calvé
1956 E Deus Criou A Mulher, de Roger Vadim, com Jean-Louis Trintgnant
1963 O Desprezo, de Jean-Luc Goddard, com Michel Piccoli, Jack Palance
1964 Viva Maria!, de Louis Malle, com Jeanne Moreau
1968 Shalako, de Edward Dmytryk, com Sean Connery
1973 Colinot, de Nina Companéez, com Bernadette Lafont

quarta-feira, 7 de março de 2007

Miss Beatnik 1959

Angel
"Angel", uma colegial do Brooklyn, New York, foi eleita Miss Beatnik 1959. Na foto, posando na MacDougal Street, no Village, ao lado de um Chevrolet Independence wood-wheeled roadster 1931 de propriedade do radialista Jean Shepherd. Miss Beatnik atualmente é uma psicanalista, mãe de três filhos e avó. Photo by Fred W. McDarrah

domingo, 4 de março de 2007

Florinda Bolkan

Uma lagartixa num corpo de mulher
Florinda Soares Bulcão nasceu sob o signo de Aquário, em Uruburetama, Ceará. Em 1967, convidada por amigos italianos, encontrou em Roma o famoso diretor Luchino Visconti, que a convenceu a superar sua timidez e tornar-se atriz. Representou em mais de cinqüenta filmes em todo o mundo. A exemplo de Sophia Loren, Claudia Cardinale e Monica Vitti, Florinda ganhou três "Donatello", o Oscar do cinema italiano.
1968 Candy, de Christian Marquand, com Ringo Starr, Marlon Brando
1969 Os Deuses Malditos, de Luchino Visconti, com Dirk Bogard, Helmut Berger
1970 Investigação de um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita, de Elio Petri, com Gian Maria Volonté
1970 Anônimo Veneziano, de Enrico Maria Salermo, com Tony Musante
1970 Uma Lagartixa num Corpo de Mulher de Lucio Fulci com Stanley Baker
1973 Amargo Despertar, de Vittorio De Sica, com Renato Salvatori, Adriana Asti

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007